quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Spam, um prato indigesto

“Antes de ser uma mensagem indesejada, o Spam era uma marca de presunto. Aí o Monthy Python fez um sketch (o mesmo que esquete) em que o garçom anunciava os pratos: arroz com spam, carne com spam, macarrão com molho de spam, suco de laranja... com spam, e assim ia, ad infinitum. E spam virou sinônimo da onipresença indesejada. E quando começaram os “enlarge your penis” (independentemente do sexo de quem os recebe) e os “buy swiss watches!” (algo como compra de relógios suíssos), alguém lembrou-se dos onipresuntos e pronto, estava batizada essa praga do terceiro milênio” (Ctrl C + Ctrl V daqui).


Como cultura inútil pouca é bobagem e como não tenho nadinha mais interessante e produtivo pra fazer neste exato momento, dou aqui minha contribuição quase erudita sobre a origem etimológica da dita cuja palavra. Segundo muitos desocupados que andam à solta, o termo “spam” é uma abreviação do inglês pra “spice han” (algo como presunto condimentado). Só não sei dizer se esse tal pitéu mata ou engorda. De qualquer forma, vai aqui o tal vídeo inspirador do Monthy Python.


Sinceramente, não sei o que é pior: se o gerundismo das moçoilas do telemarketing ou emails a entupir a minha caixa de correio eletrônico, enviados por supostos amigos com tudo que catam na Internet. O que na verdade não deixa de ser uma insinuação de que você é uma pessoa desinformada ou um onanista da informação sem importância alguma ou um desocupado que não tem porra nenhuma pra fazer. Na boa: prefiro um piquenique no Senado ao som de um discurso do Sarney.


Ah, aproveite a ocasião e envie um e-mail com link deste post pra todos os seus amigos. Eles não podem ficar alheios a esta magnífica e imprescindível informação.