segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Divas de Metal


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O rock sempre foi associado à liberdade sexual, à quebra de tabus sociais e, sobretudo, à luta pela igualdade de gêneros. Mas quando falamos de bandas roqueiras a contradição é fragrante. Apesar do toda agitação dos anos de 1960 que impulsionou um estilo de vida nada conservador, a igualdade entre homens e mulheres é uma realidade bem distante do cenário musical.
No havy metal, estas diferenças são ainda mais evidentes e as bandas genuinamente femininas ou compostas por mulheres são raras exceções. São poucas as mulheres que conseguem romper o cordão de isolamento machista estendido ao longo dos anos tanto por músicos como por produtores e gravadoras. Para o universo “metálico”, mulher boa é mulher na cama. Palco é coisa de macho.
Mas felizmente aos poucos a mulher tem penetrado essa barreira e com muita competência vem mostrado que é capaz de levar nas costas (eu disse nas costas, entenderam?) um bando de marmanjos mal encarados. “É jogada de marketing” dirão os machistas de plantão. É porra nenhuma. Além de deliciosas, são bem talentosas no que fazem.
Entre as bandas de metal cito, por exemplo, os casos de Epica, com Simone Simons (esquerda); Lacuna Coil, com Cristina Scabbia (acima); Arch Enemy, com Angela Gossow (abaixo); The Agonist, com Alissa White-Gluz; Sirenia, com Ailyn (centro); Benedictum, com Veronica Freeman (esquerda); Evanescence, com Amy Lee; e Within Temptation, com
-->Sharon den Adel (segumda foto horizontal).
Tem outras mais, mas me detenho apenas nestes nomes. Clique no nome da banda pra ver o vídeo. No vídeo acima, Simone Simons dá o ar de toda a sua graça com o Kamelot. Abaixo, outro vídeo com uma coletânea. Elas são ou não são deliciosamente competentes?