segunda-feira, 12 de abril de 2010

40 Anos Depois, Vaticano Perdoa os Beatles

No ano do 40º aniversário da separação dos Beatles, o Vaticano está finalmente em paz com os Fab Four. A diferença data de 1966, quando John Lennon afirmou publicamente que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo.
Em um artigo intitulado “Sete Anos que Abalaram a Música”, o jornal do Vaticano L'Osservatore Romano chamou o grupo de “jóia preciosa”.
“Eles podem não ser o melhor exemplo da juventude da época, mas não eram, de maneira nenhuma, o pior. Suas belas melodias mudaram a música e continuam a dar prazer”, diz o artigo.
O Vaticano pode até ter perdoado – e até mesmo elogiado – os Beatles. Mas quem disse que eles querem ser perdoados? Pelo menos o baterista Ringo Starr acha que não deve nada à Igreja Católica.

“O Vaticano não disse que nós éramos satânicos ou possivelmente satânico e ainda assim nos perdoou? Eu acho que o Vaticano tem mais a dizer sobre que os Beatles representam”, disse o músico para a CNN, durante uma entrevista para promover o seu novo disco, "Y Not", o 15º de sua carreira solo.