terça-feira, 28 de setembro de 2010

Adultério feminino: Irã troca pedras por corda

A Justiça do Irã anunciou ontem (27) que Sakineh Mohammadi Ashtiani, acusada de adultério e de colaborar no assassinato de seu marido, será enforcada por homicídio.

Para manter a pena de morte, a o tribunal iraniano mudou o teor da principal acusação - de adultério para assassinato, que prevê o enforcamento. Se fosse condenada por adultério (considerado um “crime ediondo”) ela seria executada por apedrejamento.

Como se vê, esta foi a saída política encontrada pela truculenta teocracia iraniana para tornar a pena de morte por adultério mais “humana” (mais informação, aqui). E segue assim o exemplo dos EUA que executam seus condenados à pena de morte humanamente: com uma injeção letal para que não sofram.