segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Keith Moon eleito melhor batera de todos os tempos

assinatura Na verdade,  o baterista dos Who foi um revolucionário e deveria entrar para  a galeria dos “hors concours”: ele é um gênio. 


Keith Moon, o desaparecido componente dos míticos Who, é o melhor baterista de todos os tempos, segundo a lista da revista Q.
Moon, morto aos 32 anos por causa dos excessos com álcool, foi o melhor, porque mudou o papel das baterias dos que até então eram considerados meros coadjuvantes nos grupos de música pop.
“Ele detonou essa convenção com uma combinação de sentido selvagem da teatralidade e de estilo incomparável, que impulsionou “My Generation” (o primeiro disco da banda – 1965 – e uma obra-prima do rock), assinala a Q (veja vídeo).
A lista dos top 10 segue nesta ordem: Stewart Copeland (The Police), Neil Peart (Rush), Lowell "Sly" Dunbar (Peter Tosh e The Mighty Diamonds), Joey Jordison (Slipknot), John Bonham (Led Zeppelin), Moe Tucker (The Velvet Underground), Ahmir Thompson (The Roots), Matt Helders (Arctic Monkeys) e Reni (The Stone Roses).
Da minha parte, concordo até certo ponto com a lista da “Q”, não tanto pelo nomes escolhidos, mas pela sua pluralidade de estilos. Entretanto,  faço uma ressalva: nomes como os de Ringo Starr (Beatles), Nick Mason (Pink Floyd),  Lars Ulrich (Metallica),  Danny Careiy (Tool)  e Buddy Rich (batera em vários grupos de jazz) são obrigatórios em qualquer lista cujo quesito é bateria. Já Keith Moon deveria entrar para a galeria dos “hors concours”. Ele é simplesmente genial.
Mas enfim. A música pop  é um campo minado envolto por paixões e por característica próprias para se determinar quem é o melhor. Isso é algo quase impossível, pois  é muito  complicado desvincular o nosso lado passional e opinar  com perfeita racionalidade.

Geralmente optamos por aqueles que compõem  as bandas que mais nos agradam.  Mas essa escolha não pode ser feita fora de critérios técnicos musicais, obviamente que não. Em suma: o planeta-rock é movido  mais pela percepção do que pela razão. E é muito bom que assim seja.YEAH!

Segue abaixo os demais escolhidos pela da revista.

 Copeland (Police) - De técnica e entusiasmo contagiantes, foi o responsável pelo The Police passar do circuito do punk londrino para o mundial.

Peart (Rush) – Se destacou por ser o principal autor das canções do Rush.

Dunbar (Peter Tosh e The Mighty Diamonds) - Foi escolhido por ter reinventado o reggae jamaicano (vídeo não-atorizado).

Jordison  (Slipknot) – Por ter levado os solos de bateria a lugares não experimentados anteriormente.

Bonham (Led Zeppelin) – Por seus longos solos inpecáveis.

Tucker (The Velvet Underground) - Por não ser apenas a única mulher da lista, mas pelo seu estilo nada convencional, como sua aparência andrógina.

Thompson (The Roots)  – Por oferecer o melhor do hip hop.

Helders (Arctic Monkeys) – Por ser autodidata.

Reni (The Stone Roses) – Por ser eclético.
Cores_verde-brancoEscolha dos comentários (anônimos)

Bill Cobham - Ele é panamenho é uma das maiores referencias do jazz-rock. Começou sua carreira com Miles Davis e depois se ligou a John Mclaughlin, no Mahavishnu Orchestra. Também liderou o próprio grupo, o Dreams.
Mike Portnoy - Foi baterista da Dream Theater por mais de 20 anos. É considerado por muitos o melhor baterista da atualidade e por isso abocanhou vários prêmios.