quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Blogueiras fazem "jejum de espelho" por autoestima

jejum de espelho _ bloqueiras assinatura post Depois que o New York Times publicou uma matéria com a experiência  de várias mulheres de não se olhar no espelho, por um dia, mês ou até um ano, para ganhar autoestima e ver-se "mais claramente", o assunto se espalhou como rastilho de pólvora por vários veículos de comunicação dos EUA e Europa.

As responsáveis por todo esse frenesi midiático e polêmico são Autumn Whitefield-Madrano e Gruys Kjerstin, a primeira uma escritora de 36 anos, a segunda uma socióloga de 29 anos, que por meio de seus blogues foram as pioneiras do movimento, que parece está ganhado contornos de uma nova tendência .
Autumn  Whitefield-Madrano _ espelho Em "The Beheld” , Withefield-Madrano narrou seus 2 meses de "jejum de espelho". "Como mulher, você está constantemente sendo observada por homens, outras mulheres, e por si mesma no espelho. Embora eu não posso fazer nada sobre a vigilância que os outros exercem sobre mim, posso atuar na minha auto-observação ", diz a bloqueira.
Seu "jejum espelho" não foi uma tarefa fácil. Ela cobriu todos os espelhos de sua casa, evitando continuamente ver-se refletidas em lugares como elevadores ou na academia e só se permitiu usar um pequeno espelho para retocar a maquiagem .
"Eu queria ver o quanto o meu humor era afetado de acordo com a forma que eu via minha imagem. Fiquei surpresa com a rapidez com que eu parei de me preocupar sobre como sou fisicamente. E se eu paro de pensar nisso, eu assumo quem realmente eu sou", diz ela.
Gruys Kjerstin _ espelho Já Gruys, que não concede entrevistas até que publique seu livro sobre o tema, escreveu em seu blogue " "Mirror, mirror... Off the wall' que passou o ano antes de seu casamento evitando espelhos depois de superar um transtorno alimentar.
Segundo ela, comprar o vestido de noiva "gerou uma sensação de insegurança tão desagradável" em relação ao seu corpo que decidiu evitar superfícies reflexivas e fotos de si mesma por um ano.
No fim da experiência, ela relatou que havia "aprendido a separar melhor a aparência da autoestima. “Eu consegui melhorar minha autoestima. Este é provavelmente o segredo mais poderoso para se sentir bonita”, conta Gruys.Fonte