sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Facebook não faz as pessoas mais felizes

facebook - tristepost No Facebook você se conecta com os amigos, mas nem sempre isso é sinônimo de felicidade. Esta é a conclusão de um estudo realizado pela Universidade de Michigan (EUA). Além disso, a utilização dessa rede social reduz o estado de bem-estar no usuário.

"Superficialmente, o Facebook proporciona um recurso inestimável para satisfazer as necessidades humanas básicas de conexão social", argumenta o psicólogo social, Ethan Kross, autor principal do artigo. “Mas, ao invés de realçar o bem-estar, descobrimos que o uso do Facebook tem um resultado inverso, prejudica”.
"Este é um resultado de importância crítica porque vai ao centro da influência que as redes sociais podem ter sobre a vida das pessoas", acrescentou outro autor do estudo, o cientista cognitivo John Jonides.
A pesquisa foi realizada com 82 voluntários jovens, todos os usuários ativos de smartphones e do Facebook.
Os cientistas usaram o sistema de amostragem, uma das técnicas mais confiáveis para medir como as pessoas pensam, sentem e se comportam durante o seu cotidiano, com o propósito de avaliar o bem-estar subjetivo dos participantes ao enviar mensagens de texto aleatórias, 5 vezes por dia durante 2 semanas.
Cada mensagem de texto continha um link para uma enquete digital com 5 perguntas:
Como você se sente neste momento?
Você está preocupado agora?
Você se sente solitário neste momento?
Quantas vezes você entrou no Facebook desde a última vez que perguntamos?
Quantas vezes você interagiu “diretamente” com outras pessoas desde a última vez que  perguntamos?
Os pesquisadores concluíram, portanto, que quanto mais se usa Facebook, por um período de tempo, pior a pessoa se sente depois. Os autores também pediram aos voluntários que avaliassem o nível de satisfação com a vida no começo e no final do estudo. Baseados nas respostas, concluíram que quanto mais os voluntários utilizavam o Facebbok, menor era o nível de satisfação com a vida e com tempo.
Por fim, os pesquisadores descobriram que a convivência real com outras pessoas faziam com que os participantes se sentissem melhor com a passagem do tempo. Fonte