quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Cientistas descobrem caminho para curar ressaca

sprite 1post A ressaca, essa incômoda parceira de quem faz ingestão excessiva de álcool pode ter seus dias contados. Nada de café forte sem açúcar ou outras alquimias, eles, como sabemos, não funcionam nadinha.

Uma equipe de cientistas chineses realizou um estudo para encontrar um antídoto e a  cura potencial da ressaca, mal que nos deixa em frangalhos no dia seguinte.
Depois de pesquisar 57 bebidas, entre refrigerantes e chás de vários tipos de ervas, descobriram que o melhor antídoto para esse desagradável  mal pode estar no Sprite. Sim o tal refrigerante gaseificado de limão.
O ponto de partida da pesquisa consistiu em como frear a ressaca mesmo antes mesmo que ela ocorra. A chave da questão passa por compreender o processo de como nosso corpo assimila o álcool ingerido.
Primeiro, o fígado metaboliza  o etanol e liberta uma enzima chamada álcool desidrogenase (ADH ), responsável pela transformação do etanol numa substância conhecida como acetaldeído, que é metabolizada através da enzima aldeído desidrogenase ( ALDH ) e se transforma em acetato .
Entretanto, enquanto o acetato é considerado inofensivo, o acetilaldeído é prejudicial ao fígado e responsável pelos principais sintomas da ressaca: dor de cabeça, náusea e vômito.
Para se chegar à cura, os pesquisadores buscam encontrar uma forma de diminuir o tempo da circulação do acetaldeído. E a solução desse fenômeno consiste em aumentar o armazenamento de ALDH no nosso corpo.clip_image001
Com esta informação, os pesquisadores da Universidade Sun Yat- Sen, em Guangzhou, testaram uma variedade de bebidas em busca da poção mágica.
Descobriram, por exemplo, que os chás de ervas aumentam a atividade da enzima ADH e inibem o processo da ALDH, prolongando assim a ressaca por mais tempo.
Já o Sprite testado teve um efeito totalmente contrário. Aumentou a atividade da enzima ALDH, fazendo a conversão do acetaldeído em acetato muito mais rápido. Ou seja, reduziu o tempo de ressaca. Simples assim.
Esse estudo foi publicado no “Royal Society of Chemistry”. Agora os pesquisadores querem verificar como esta descoberta, feita in vitro, funciona em organismos vivos.clip_image001[1]

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