terça-feira, 27 de maio de 2014

Cientistas garantem que encontraremos vida inteligente extraterrestre em 20 anos

Extraterrestrepost Cientistas do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre (SETI, sigla em inglês) declararam a semana passado no Congresso dos EUA que há 100% de chance de se encontrar vida extraterrestre no universo e que este contato será possível em 20 anos.

Segundo o diretor do centro SETI, na Universidade de Berkeley (Califórnia), Dan Werthimer, e o pesquisador Seth Shostak, a materialização dessa descoberta depende apenas "do financiamento que será feito nesta área nas próximas 2 décadas".
Com esta afirmação, os pesquisadores pretendem pressionar o governo do EUA para que “reveja” os avanços científicos que poderia levar a uma descoberta dessa natureza.
Marte "Se existe cerca 10 mil civilizações no Universo emitiremos sinais de rádio de nossa galáxia. Há que observar pelo menos alguns milhões de estrelas para encontrar uma delas. Graças à tecnologia utilizada no SETI, estamos habilitados a chegar a esse feito nos próximos anos”, afirmou Shostak.
O consenso científico recomenda que a busca de vida inteligente em outros mundos concentram-se nos planetas que orbitam a uma distância apelidada de “zona habitável” ou seja, uma região onde a água pode permanecer líquida. Os cientistas estimam que na Via Láctea existe 800 bilhões de estrelas. Somente o telescópio espacial Kepler descobriu mais de 1.700 planetas.
No entanto, Shostak ressaltou que a pesquisa não deve apenas se concentrar em galáxias distantes. "Podemos encontrar também vida microbiana em Marte (acima) ou em uma das luas de Júpiter e Saturno, que parecem ter água, seja na superfície ou debaixo dela”.
lua Europa Enceladus A questão, diz ele, é montar uma equipe e financiar os cientistas para realizar a pesquisar. “Os métodos para encontrar vida envolvem o desenvolvimento e lançamento de naves que possam perfurar a superfície de Marte, ou uma que obtenha uma amostra dos gêiseres das luas Europa (Júpiter) e Enceladus (Saturno)”, explicaram os cientistas ao congresso norte-americano. Fonte