quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Para o cientista da Nasa Al Globus, os humanos poderão viver em cidades espaciais em 2100

colonia espacialpostO dr Al Globus, cientista do Centro de Pesquisa Ames da Nasa, garante que os seres humanos poderão viver em “cidades espaciais” fixadas na órbita terrestre em 2100. Na sua opinião, a colonização da órbita da Terra é o “próximo passo lógico da evolução da sociedade”.

“Esse processo poderá ser concretizado desde de que não haja ‘grandes catástrofes nacionais’. Se isso for respeitado, poderemos ter enormes habitates flutuantes ao redor do planeta até o final do século. Os humanos poderão chegar até eles com a mesma facilidade que se viaja hoje de Nova York a Londres”, disse Globus.
Em entrevista ao jornal britânico Daily Mai, o cientista afirma que “se o ser humano decidir fazer essa viagem não haverá problema algum, pois temos capacidade científica e financeira para realizar esse objetivo. Não tenho nenhuma duvida de que podemos fazê-lo”.
“Vivemos na neve, na selva, em desertos... Já nos estendemos tanto quanto podemos nos estender. O próximo passo é nos mover para o Espaço”, diz  Globus.
Globus se manifestou em varias ocasiões como um defensor ferrenho das colônias orbitais ao contrário de muitos outros cientistas da Nasa,  que apostam mais na possibilidade de vivermos futuramente em Marte, por exemplo. Na sua opinião, a sua ideia é mais factível, pois o seu projeto das cidades espaciais “tem uma funcionalidade real”.
“Seria um assentamento espacial como uma vila ou cidade da Terra. Um lugar para se viver e criar os filhos. Um lugar onde os amigos e familiares poderiam realizar o jantar de Ação de Graças ou o Natal e visitar a Terra durante as férias”, diz Globus.
Entre os avanços que devem ser desenvolvidos até o final do século, o cientista destaca a necessidade de se reduzir o custo das viagens espaciais e idealizar projetos que nos dê uma ótima qualidade de vida nas cidades espaciais.
A colônia também vai precisar de um escudo contra radiações, que a proteja dos raios cósmicos e solar nocivos. Nesse sentido, Globus lembra que pesquisa recente diz que "isso pode não será um grande problema”.