sexta-feira, 7 de novembro de 2014

E Helena Rubinstein democratiza a beleza

Helena Rubinsteinpost Adorados apenas por atrizes e prostitutas no início do século 20, os cosméticos não agradava a classe média europeia, mas Helena Rubinstein (1872-1965) tinha a certeza de que a imagem que as pessoas tinham sobre produtos de beleza feminina era totalmente equivocada.

Na verdade, ela acreditava no direito de qualquer mulher tinha sobre a sua aparência, independentemente de ser rica ou pertencente a uma classe social privilegiada. "Não existe mulher feia, apenas mal cuidada”, dizia aquela jovem polonesa pobre de apenas 1m47 de altura.
Helena Rubinstein - amuncio Antes de ser uma marca de cosméticos e se tornar uma das mulheres mais ricas do mundo em sua época, Helena Rubinstein teve um destino ousado: ela quebrou as barreiras entre a arte, o comércio, a moda e a beleza. Desafiou a postura conservadora de sua época e apresentou seus cremes e cosméticos como uma forma de democratizar a beleza.
Agora ela é tema de uma exposição que acontece no Museu Hebraico de Nova York até 22 de março de 2015. Chamada de “Helena Rubinstein: Beauty Is Power” (Helena Rubinstein: Beleza é Poder, em português), a mostra explora pela primeira vez as ideias, as inovações e a influência da empresária, com 200 peças, entre objetos, obras de arte e fotografias.
helena rubinstein - Demi Moore Fundadora da marca de cosméticos que está em todo o mundo, ela é uma das primeiras mulheres de negócios da história, além de ter sido uma grande colecionadora de arte moderna europeia, norte-americana, latina-americana e, principalmente, africana.
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