quinta-feira, 25 de junho de 2015

Acreditem, biblioteca norueguesa tem em seu acervo um manual detalhado sobre canibalismo

canibalismoPor Zém - “Comer ou ser comido – Um Guia para o Canibalismo” é uma obra que provavelmente choca algumas pessoas mas existe, por mais insólito que pareça. A obra está na biblioteca da Oslo National Academy of the Arts.
Da autoria do espanhol  Antônio Cascos Chamizo, a obra resulta de um trabalho de mestrado em que o espanhol afirma que um corpo humano “tem carne suficiente para alimentar outra pessoa durante um mês” e “as proteínas diárias recomendadas suficiente para 60 adultos”. No livro, chega a apresentar receitas específicas para a carne das diferentes partes do corpo.
Canibalismo 10Em entrevista no site Munchies, o autor diz que não é nenhum psicopata, mas um simples designer que vive em Oslo (Noruega). Ele explica que com este trabalho o seu objetivo era apenas recorrer a “uma situação fictícia para usar como plataforma para transcender as concepções culturais”.
O trabalho surgiu após uma análise à tribo Miraña, cujo líder afirmava, em 1817, que não entendia porque se achava estranho comer carne humana e que tudo não passava de uma questão de hábito.
A afirmação fez ele perceber que algo como o canibalismo poderia desafiar as pessoas a pensar naquilo que é para lá de aceitável no comportamento humano. “A obra não pretende promover o canibalismo mas alertas as pessoas para questões como a falta de recursos, o excesso populacional e questões sobre consumismo”.
HannibalA NBC divulgou um comunicado oficial afirmando que a atual terceira temporada da série “Hannibal” será a última. “A NBC nos permitiu criar um programa de TV que nenhuma outra emissora teria permitido, e nos permitiu ficar no ar a despeito de uma audiência baixa e de imagens que teriam chocado as retinas de muitos censores", disse Brian Fuller, o autor da série.
Em 1972, um acidente aéreo nos Andes provocou um debate mundial em torno de um dos maiores tabus da Humanidade: o canibalismo. Foi comendo carne humana que os sobreviventes conseguiram resistir durante 69 dias nas montanhas geladas entre Montevidéu e Santiago, até serem resgatados por helicópteros chilenos. O fato, chocante, foi explorado à exaustão pela mídia, que ouviu religiosos, psiquiatras, juristas e médicos.
Andes 1972 - canibalismo

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