quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Valesca Popozuda sobre citação de Renan Calheiros: “Resolvam com inteligência e sem roubalheira”

Valesca-Popozuda-Beijinho-no-Ombro-1Por Zém - Valesca Popozuda e seu “Beijinho no ombro” (vídeo no final) já foram tema de monografia, questão de prova de filosofia e, agora, pautaram discurso no Senado Federal.
Em pronunciamento inflamado na tarde desta terça-feira (1), o presidente da Casa, Renan Calheiros, recorreu a versos da cantora para falar sobre a Agenda Brasil. “Tiro, porrada e bomba, como dizem versos da música contemporânea, não reerguem nações: espalham ruínas e só ampliam escombros. Não seremos sabotadores da Nação”, disse Renan, mencionando a letra de Valesca. 
Em resposta à citação, a funkeira divulgou uma nota dizendo que a intenção da letra de 'Beijinho no ombro' não é incitar a violência. Ela ainda afirma que, como cidadã, também sente os efeitos da crise.
  Renan Calheiros e Dilma“Colocando no contexto da crise econômica que vivemos e sofremos muito, a única coisa que eu peço - como uma pessoa que segue sofrendo de perto todos os efeitos da crise, como todos os demais brasileiros - é que resolvam com inteligência e sem roubalheira”, declarou.

A cantora também afirmou que “tiro, porrada e bomba ou qualquer outro tipo de violência não ajudam a reerguer nada, muito menos uma nação. O que ajuda, na minha opinião, como cidadã, que a cada dia fico mais preocupada com o panorama do país, é a educação”. O discurso do presidente Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) ocorreu durante a instalação da comissão especial que irá analisar as 28 propostas da Agenda Brasil. 
Ele mencionou parte de 'Beijinho no ombro' para dizer que é fundamental abandonar intrigas políticas e se buscar a união de partidos, sociedade e da presidente Dilma Rousseff para aprovar as soluções para salvar a nação.
Renan disse ainda que a prioridade da Agenda Brasil é destravar os pés da economia, dar segurança jurídica, criar ambiente de negócios, recuperar a credibilidade do Brasil e evitar , acima de tudo, a perda do grau de investimento do país.

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