quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Em 2050, relacionamento com robôs será mais popular do que entre humanos, prevê cientista

Bonecas hiper-realistasPor Zém - Em dez anos, interagir e fazer sexo com robôs será uma realidade. E por volta de 2050, será mais comum do que o sexo entre pessoas. É o que diz o futurologista Dr. Ian Pearson. De acordo com pesquisas de mercado e outros estudos, ele detecta tendências com um “índice de 85% de acerto” nas contas dele.

Em seu relatório “The Future of Sex: The Rise of the Robosexuals” (O futuro do sexo: o surgimento dos robossexuais, em português), ele prevê que amor e sexo serão coisas cada vez mais distantes no futuro, conforme os robôs ocuparem papéis humanos.
robos hiper-realistas 4No relatório, ele também prevê que brinquedos sexuais explorem cada vez mais a tecnologia e a realidade virtual.
"Teremos aplicativos e 'sex toys' ligados diretamente ao sistema nervoso e até ao compartilhamento de corpos. Você poderá conectar suas sensações sexuais a outras pessoas e estimular orgasmos diretamente pelo toque de um ícone", diz o relatório, publicado pelo "DailyMail".
Ele acrescenta que esse tipo de sexo será "mais fácil, mais seguro, mais frequente e muito mais divertido". Em 2035, a maioria dos casais vai usar realidade virtual para experimentar opções sexuais diferentes e até mudar a aparência de seu parceiro.
robos hiper-realistas"Você poderá se divertir com um avatar de inteligência artificial que você mesmo criou para satisfazer suas fantasias mais selvagens que ninguém precisará saber", diz o relatório.
As principais críticas ao sexo com robôs envolvem o reforço de estereótipos de beleza, principalmente do corpo feminino, e a decadência de relações entre as pessoas.
robos hiper-realistas 2Pearson refuta: "alguns podem achar essas previsões desconfortáveis ou sem graça, mas a realidade virtual combinada à inteligência artificial pode dar às pessoas o melhor dos dois mundos em termos de segurança, afeto e até amor entre um parceiro real, aliado à opção de satisfazer suas fantasias".
"Sexo e prazer sempre foram fundamentais para a raça humana e não vão deixar de existir. A realidade virtual e a inteligência artificial podem transformar opoturnidades e explorar desejos. Os valores sociais vão se adaptar a essas novas possibilidades e as relações amorosas terão uma nova perspectiva", prevê o futurologista.
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