sábado, 12 de dezembro de 2015

Para a acadêmica Camille Paglia, a cantora Taylor Swift cumpre um papel de Barbie nazista

A acadêmica americana Camille Paglia (última foto abaixo), uma das principais oponentes do movimento feminista contemporâneo, atacou a cantora Taylor Swift em um ensaio publicado no "The Hollywood Reporter" nesta quinta-feira (10).
Paglia já havia criticado o "feminismo Taylor Swift" em sua vinda para São Paulo, em setembro. "As mulheres jovens de hoje em dia saem das faculdades de elite com uma persona branca, de classe média, algo como a Taylor Swift", disse Paglia na ocasião.

Neste novo artigo, ela voltou a criticar Swift por posar com um "girl squad" ("esquadrão de garotas") em seus shows e nas redes sociais. Swift é conhecida por ter um grupo de amigas famosas, com as quais aparece em todas as ocasiões.
"Swift deveria aposentar essa persona nojenta de Barbie nazista, que expõe suas amigas e celebridades como bonecas em uma performance, um exagero exibicionista", criticou. Segundo ela, a patota de Swift pode ser definida como um grupo de "garotinhas risonhas que posam com a linguinha para fora, abraçadoras de ursinhos".
Para ela, as mulheres do mundo da fama passam por um assédio cada vez maior, e não devem "apelar para um retiro confortável dentro de uma panelinha [de mulheres]" quando se deparam com problemas.

"Na nossa época moderna, de carreiras independentes, grupos femininos podem ajudar as mulheres a avançar só se evitarem passar uma imagem pública boba e reacionária", comentou.

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