domingo, 3 de janeiro de 2016

Site une homem rico a mulher em busca de dinheiro

Por Zém - O site Meu Patrocínio estreou no Brasil 2 meses atrás. À diferença de concorrentes como o Match.com e o Par Perfeito, nele o protagonista é o dinheiro: seu nicho é ligar o "sugar daddy" (definido como "homem rico pronto para mimar") com "sugar babies" (mulheres "atraentes, inteligentes, ambiciosas e com metas claras").
Na hora de fazer um perfil, o proponente a provedor deve declarar sua renda mensal, em campos que partem de 10 reais mil ou menos e chegam a "Ok, sou muito rico", que excede os 150 mil reais.
Um dos campos do perfil, chamado "Expectativa do estilo de vida", é considerado o mais importante. Nele, cabe ao homem declarar o quanto está disposto a desembolsar por mês com uma consorte -a categoria mínima é para até 2 mil reais, a moderada fica entre 6 mil e 10 mil reais e a top de linha é para quem quer ver 20 mil reais ou mais saírem da conta bancária todo mês.
Só eles pagam a assinatura, de 169 reais por mês, enquanto para elas o serviço é grátis. O valor foi considerado baixo pela clientela de 6 mil cadastrados (mil homens e 5 mil mulheres). A empresa afirma que a taxa deve ser reajustada para 199 reais.
"Já é um tipo de triagem para saber se os homens são mesmo 'sugar daddies'", diz a relações-públicas Jennifer Lobo (acima), fundadora do serviço. Filha de brasileiros, foi a primeira geração da família criada nos EUA, no subúrbio de Orlando. "Não se fala muito abertamente de dinheiro no Brasil. Isso pode mudar."
O site foi espelhado em uma história de sucesso, o Seeking Arrangement.com, que foi fundado nos EUA em 2006 e hoje conta com 2,6 milhões de postulantes a adoção financeira, entre mulheres e homens. E por que só eles podem ser provedores desse acordo? A desigualdade de gênero é reconhecida pela empresa, que promete lançar uma versão em que a mulher possa ser a provedora.

O Meu Patrocínio diz ter uma política forte contra a prostituição. “A diferença é muito clara. Na prostituição, há uma transação entre sexo e dinheiro. No site, há um relacionamento. Tem química, afinidade… você escolhe. O sexo não é o foco”, explica Jennifer, que afirma que uma equipe de cinco pessoas monitora a existência de atividades ligadas à prostituição e, caso encontre, suspende o

A CEO também se defende de possíveis represálias feministas. “O que é feminismo? Igualdade entre homem e mulher. Ninguém está falando que não tem de haver igualdade. Mas todo mundo tem de lembrar que o homem veste uma roupa e está pronto para o ‘date’. A mulher tem de fazer cabelo, a unha, depilação… também tem gastos. Só porque o homem paga a conta do jantar não significa que não tem igualdade.”  Fonte: Portal UOL

2 comentários:

  1. Anônimo diz:

    prostituição

    Anônimo diz:

    Ou, seja, uma rede social onde as putas podem ter mais chance de achar o que querem: um cara com dinheiro!

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